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Por Prof. Dr. Rodrigo Cutri

Novas tecnologias estão cada vez mais presentes em nossa vida por meio de celulares, canais digitais para filmes e músicas e compras online, que nos conectam cada dia mais. Em um cenário como esse, o que dizer sobre a escolha da profissão?

O preparo é fundamental. Estudos apontam que muitas das profissões de hoje deixarão de existir e tantas outras ainda serão criadas. Mas então o que fazer? É importante observar alguns pré-requisitos básicos para ser feliz ante a tendência crescente da transformação digital.

Primeiro fique calmo, a vida é assim mesmo, uma constante mudança. Segundo, cuide de escolher uma área de atuação com a qual você se identifique, porque não há nada pior do que passar os dias fazendo algo que não gosta. Terceiro, procure uma instituição sólida de ensino superior. Quanto mais preparado para o mercado você estiver, melhor.

Mas o que é uma instituição sólida? A que oferece oportunidades de aprendizagem em atividades dentro e fora de sala de aula, que tem um corpo docente com experiência e uma boa empregabilidade.

Seu trabalho agora é como descobrir essa instituição. Use a tecnologia, visite os sites das universidades e participe de eventos acadêmicos, que geralmente são abertos à comunidade. Converse por redes sociais com alunos e ex- alunos, procure identificar o comportamento das instituições em relação a eles, isso pode ser uma bússola para guiar seu caminho futuro.

No Brasil como no mundo, a tendência relacionada à empregabilidade do futuro aponta para perfis mistos e muito especializados em que o conhecimento tecnológico será um dos valores mais relevantes, ao lado de outros conhecimentos e a outras aptidões pessoais.

Tenha em mente que vivemos um momento de transição e enquanto ocorre a rápida adaptação da graduação universitária à realidade laboral do futuro, as escolas oferecem formação de pós-graduação e cursos especializados em diferentes matérias, sempre atentas à realidade do meio empresarial. Pense nisso.

Sobre a FSAwww.fsa.br – A Fundação Santo André (FSA) é uma instituição de caráter público e de direito privado. Foi criada em 1962 pela lei municipal no 1.840, para manter a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas (FAECO), primeira escola de ensino superior do ABC, também originada pelo poder público municipal, em 1953. Em 1966 foi autorizada a instalação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FAFIL). No final da década de 1980 a instituição criou o Colégio da Fundação Santo André, de ensino médio, instalado no campus universitário para incentivar a integração dos alunos no ambiente acadêmico. O Centro de Pós-Graduação surgiu em 1990, com cursos de Atualização, Especialização e MBA. No final dos anos 1990 foi criada a Faculdade de Engenharia Celso Daniel (FAENG). Atualmente a FSA é mantenedora do Centro Universitário, que abriga as três faculdades e o colégio.

A FSA possui 3,2 mil alunos e oferece 29 cursos: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis e Atuariais, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Direito, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Geografia, História, Letras, Tecnologia da Informação, Matemática, Pedagogia, Psicologia, Química, Relações Internacionais, Sistemas de Informação, Tecnologia em Logística, Tecnologia da Gestão da Qualidade, Tecnologia em Gestão de RH, Tecnologia em Gestão Financeira e Tecnologia em Marketing.

Rodrigo Cutri é Doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo, Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo e Graduado em Engenharia Elétrica Ênfase Eletrotécnica pelo Instituto Mauá de Tecnologia.

Atualmente é Pró-reitor e professor dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Eletrônica do Centro Universitário Fundação Santo André.