ESG na estratégia: por que sustentabilidade virou negócio
Durante muito tempo, sustentabilidade foi vista por muitas empresas como algo periférico. Era importante para a imagem, útil para campanhas institucionais e interessante para relatórios. Esse cenário mudou.
Hoje, ESG está no centro das decisões estratégicas. Ele impacta risco, reputação, acesso a capital, relacionamento com investidores, eficiência operacional e competitividade.
No mercado brasileiro, esse movimento ganhou ainda mais força com a Resolução CVM 193, que trata da elaboração e divulgação de relatórios de sustentabilidade com base no padrão internacional do ISSB. Em 2025, a CVM fez ajustes para facilitar a adoção voluntária dos padrões alinhados ao IFRS S1 e S2, dentro da transição regulatória para a obrigatoriedade em 2026.
Além disso, o Plano de Ação em Finanças Sustentáveis 2025-2026 reforça a relevância da agenda para supervisão, dados e capacitação técnica.
O que isso significa, na prática
Falar de ESG já não basta. As organizações precisam:
- medir
- reportar
- governar
- transformar processos
Não é mais suficiente ter um discurso sobre meio ambiente, diversidade ou ética. O mercado exige consistência, indicadores e gestão de risco. Exige coerência entre o que a empresa diz e o que ela faz.
O papel do profissional de ESG
É nesse ponto que a formação especializada se torna decisiva.
O profissional que atua com ESG hoje precisa ir além do discurso. Ele deve enxergar o todo:
- conectar governança com estratégia
- relacionar compliance com reputação
- transformar indicadores em decisões
- alinhar responsabilidade socioambiental com resultado econômico
ESG deixou de ser departamento
Nas empresas mais maduras, ESG não está isolado.
Ele se conecta com:
- finanças
- jurídico
- operações
- recursos humanos
- supply chain
- marketing
- conselho
Isso acontece porque os desafios também são integrados. Uma decisão sobre fornecedores, por exemplo, pode impactar riscos trabalhistas, emissões, imagem da marca e desempenho financeiro ao mesmo tempo.
Por isso, o mercado valoriza profissionais com visão estratégica, capazes de interpretar normas, estruturar indicadores e liderar projetos de transformação.
Quem domina ESG com profundidade não apenas acompanha mudanças, ajuda a construí-las.
ESG na estratégia: o que as empresas procuram
Hoje, as organizações buscam pessoas que consigam:
- entender regulação e tendências
- transformar exigências em processos viáveis
- criar indicadores e acompanhar resultados
- alinhar sustentabilidade, governança e competitividade
Esse perfil exige repertório técnico, visão sistêmica e capacidade de decisão.
Por que fazer um MBA em ESG e Sustentabilidade Corporativa
O MBA em ESG e Sustentabilidade Corporativa responde diretamente a esse cenário.
Ao longo da formação, o aluno desenvolve a capacidade de:
- analisar riscos
- compreender exigências regulatórias
- estruturar ações com impacto real
- dialogar com diferentes áreas da empresa
É uma formação voltada para quem quer sair do discurso e atuar na gestão.
Em um contexto em que transparência, responsabilidade e desempenho caminham juntos, a questão não é mais se ESG importa. A pergunta é quem está preparado para liderar essa agenda.
Se você quer desenvolver uma visão estratégica e alinhada às novas demandas do mercado, vale conhecer o MBA em ESG e Sustentabilidade Corporativa da Fundação Santo André.