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FSA participa do FNESP 2026 e acompanha debates sobre ensino superior

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Reitoria da Fundação Santo André participa do FNESP 2026 e acompanha debates sobre o futuro do ensino superior

Tempo de leitura: 5 minutos

Representantes da Reitoria da Fundação Santo André participaram do 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (FNESP), realizado nos dias 16 e 17 de setembro, em São Paulo.

O encontro reuniu gestores, especialistas e representantes de instituições de Ensino Superior para discutir decisões que as universidades precisam tomar diante de mudanças na tecnologia, na regulação, nos modelos acadêmicos e no perfil dos estudantes.

Na programação de 2026, temas como Inteligência Artificial, avaliação, novas formas de aprendizagem, Educação a Distância, permanência estudantil, competências profissionais e gestão universitária apareceram em diferentes painéis e discussões.

Para a FSA, a participação foi também uma oportunidade de observar experiências adotadas por outras instituições e avaliar quais práticas podem contribuir para o planejamento acadêmico e administrativo da Universidade.

O que é o FNESP?

O Fórum Nacional do Ensino Superior Particular é realizado pelo Semesp e chegou à sua 28ª edição em 2026.

Neste ano, o evento adotou como tema “De um caminho consolidado a múltiplas direções”, partindo de um cenário em que universidades precisam lidar simultaneamente com mudanças regulatórias, novas tecnologias, Inteligência Artificial, modelos de ensino e alterações no mercado educacional.

A programação reuniu discussões sobre questões diretamente relacionadas ao cotidiano das instituições, desde mudanças nos processos de avaliação do Ensino Superior até o uso de tecnologias e os desafios de permanência dos estudantes.

Para o Prof. Dr. Vander Ferreira de Andrade, Reitor do Centro Universitário Fundação Santo André, acompanhar essas discussões faz parte do processo de planejamento institucional.

“Uma universidade comprometida com a excelência precisa estar constantemente aberta à inovação. Participar de eventos como o Fórum Nacional de Ensino Superior nos permite conhecer experiências bem-sucedidas, realizar benchmarking com instituições de referência e identificar soluções que possam contribuir para aprimorar continuamente a formação oferecida aos nossos estudantes.”

O que significa fazer benchmarking no Ensino Superior?

O termo benchmarking aparece bastante no ambiente empresarial, mas também pode ser utilizado na educação.

Na prática, significa observar experiências, processos e soluções adotados por outras organizações para compreender o que funcionou, quais dificuldades apareceram e quais aprendizados podem ser aproveitados.

Isso não significa simplesmente reproduzir um modelo de outra universidade.

Uma iniciativa que funciona em uma instituição pode precisar de adaptações para atender ao perfil dos estudantes, aos cursos, à estrutura e às características de outra comunidade acadêmica.

Segundo o Reitor:

“O benchmarking permite conhecer iniciativas que já demonstraram resultados positivos em outras instituições.”

A participação em eventos como o FNESP permite que gestores comparem experiências e retornem à instituição com referências para analisar internamente.

Inteligência Artificial está mudando a discussão sobre Ensino Superior

A Inteligência Artificial ocupou espaço importante na programação do FNESP.

A discussão não envolve apenas disponibilizar novas ferramentas para alunos e professores.

Também passa por questões como avaliação, formação docente, construção das atividades acadêmicas e definição das competências que um estudante precisa desenvolver quando parte das tarefas já pode ser realizada com apoio de IA.

A abertura do evento, por exemplo, colocou Inteligência Artificial, novas formas de aprender, mudanças regulatórias e transformações demográficas entre os fatores que estão levando instituições a revisar suas estratégias.

Na FSA, esse também é um assunto que já aparece em atividades acadêmicas e conteúdos voltados a estudantes e professores.

O blog da instituição, por exemplo, possui o artigo Como a Inteligência Artificial está mudando a educação, que discute possibilidades e cuidados relacionados ao uso dessas ferramentas no ensino.

Novos modelos acadêmicos também entraram no debate

A tecnologia foi apenas uma das frentes do evento.

O FNESP também discutiu temas ligados à organização dos cursos e das próprias instituições.

Entre eles estavam avaliação da Educação Superior, novos formatos de aprendizagem, Educação a Distância, formação por competências e mudanças no perfil dos estudantes.

Essas discussões são relevantes porque atualizar uma graduação não significa apenas acrescentar uma disciplina sobre uma tecnologia recente.

É preciso observar como os conteúdos se relacionam, quais competências são desenvolvidas, como os estudantes colocam os conhecimentos em prática e como a instituição avalia os resultados do processo de formação.

Para o Prof. Vander, essas questões se relacionam a frentes que já fazem parte do planejamento da FSA, incluindo atualização dos cursos, formação docente, laboratórios e recursos educacionais.

Permanência do estudante também é uma questão de gestão acadêmica

Um dos temas da programação do segundo dia foi “O novo perfil do estudante e os desafios da permanência”.

Permanência significa olhar para as condições que permitem que o aluno não apenas ingresse no Ensino Superior, mas consiga continuar sua formação até a conclusão.

Isso envolve questões acadêmicas, financeiras, pedagógicas e de atendimento.

Para uma instituição de Ensino Superior, portanto, discutir o futuro da educação também exige observar como os estudantes aprendem, quais dificuldades encontram e de que apoio necessitam em diferentes momentos da graduação.

Esse olhar influencia decisões sobre metodologias, serviços de apoio, comunicação e organização acadêmica.

Formação e mercado de trabalho: onde essa discussão se encontra?

Outra frente acompanhada pela Reitoria foi a relação entre formação universitária e mudanças nas profissões.

Novas ferramentas não eliminam a necessidade de conhecimento técnico, mas alteram atividades realizadas dentro de diferentes áreas profissionais.

Para o Prof. Vander, isso exige atenção também às competências desenvolvidas durante a graduação:

“O mercado procura profissionais que saibam resolver problemas, trabalhar em equipe, utilizar tecnologias, inovar e aprender continuamente. Nosso compromisso é oferecer uma formação que desenvolva essas competências e prepare nossos alunos para um cenário profissional em constante transformação.”

Essa aproximação entre formação e trabalho não significa organizar uma graduação apenas a partir das demandas imediatas das empresas.

A universidade também precisa oferecer base teórica, capacidade de análise, repertório e condições para que o estudante continue aprendendo diante das mudanças que encontrará depois da formação.

Participar de um fórum significa que essas ideias serão adotadas pela FSA?

Não automaticamente.

Eventos desse tipo funcionam como espaços de referência, discussão e comparação.

Depois deles, cabe à instituição avaliar quais experiências fazem sentido para sua realidade, quais já fazem parte de seus projetos e quais precisam de estudo antes de qualquer aplicação.

É justamente esse processo de análise que torna o benchmarking útil.

A participação da Reitoria permite acompanhar o que outras instituições estão testando e quais assuntos estão ocupando a agenda do Ensino Superior, mas a adoção de uma iniciativa depende de avaliação acadêmica e institucional.

FNESP 2026
📷 Acervo institucional FSA

O aprendizado institucional continua depois do evento

Para o Reitor, a inovação acadêmica também depende da capacidade de observar outras experiências e manter diálogo com diferentes instituições.

“A inovação não acontece apenas dentro da sala de aula. Ela também depende da capacidade da instituição de aprender continuamente, dialogar com outras universidades e incorporar boas práticas de gestão acadêmica.”

A participação no FNESP 2026 passa a compor esse processo de acompanhamento.

Nos próximos meses, os debates e referências reunidos no evento podem contribuir para discussões internas sobre cursos, tecnologias educacionais, permanência, empregabilidade e organização acadêmica.

Quem deseja conhecer como essas diferentes frentes aparecem atualmente na formação da Fundação Santo André pode consultar os cursos de graduação e as opções de pós-graduação da FSA.

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